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terça-feira, 26 de março de 2013
Duas pessoas morrem em acidente na BR-158, em Júlio de Castilhos

Carro em que estavam as vítimas bateu de frente em outro veículo, no Km 271 da rodovia
Flávio Augusto Saturno Correa, de 32 anos, e Gabriela Abreu Fernandes, de 25 anos, morreram em um acidente por volta das 14h de hoje, na BR-158, em Júlio de Castilhos, na Região Central.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, um Palio, com placas de Cruz Alta, trafegava em uma curva no sentido Júlio de Castilhos-Santa Maria. No sentido contrário, estava um Corolla, com placas de Santa Maria. Os dois veículos se chocaram de frente, no acostamento. Gabriela e Flávio estavam na carona do Palio e morreram no local.
Os dois motoristas, Francele de Abreu Carlan, do Palio, e Sérgio Alexandre Costa Beber, do Corolla, ficaram gravemente feridos e foram encaminhados para o hospital de Júlio de Castilhos.
De acordo com a enfermeira responsável, Sérgio Alexandre Costa beber, de 40 anos, está em observação. Franciele Abreu Carlan, de 32 anos, teve traumatismo craniano e foi transferida para o hospital de Cruz Alta.
Fonte Diario de Santa Maria

Foto: Roanld Mendes / Agência RBS

Foto: Maria Eduarda Fortuna


Postado por WM Internet as 18:25 e tem 0 comentarios

domingo, 10 de março de 2013
Criança morre após ser atingida por pneu de caminhão em Cruz Alta

Menino de dois anos foi esmagado por roda que teria peso mínimo de 50 quilos
 
Depois de ser atingido por um pneu de caminhão, o menino Marcelo Bueno da Silva, de dois anos, morreu na manhã deste domingo no Hospital São Vicente de Paulo, em Cruz Alta, na região Noroeste do Estado.
 
A criança também sofreu traumatismo craniano ao ser atingida pelo pneu. O menino estava internado na Unidade de Tratamento Intensivo do hospital desde a tarde desse sábado.
 
O incidente ocorreu no momento em que o avô trocava os pneus de um caminhão na tarde de ontem. O menino estava na companhia do irmão quando se encostou em um dos pneus reserva. Um deles virou e atingiu a criança. Marcelo foi levado às pressas para o hospital. O peso mínimo do pneu seria de 50 quilos. A Polícia Civil investiga o caso.

Postado por WM Internet as 15:37 e tem 1 comentarios

sábado, 9 de março de 2013
Rio Grande do Sul é lanterna em rodovias asfaltadas no Brasil

Apenas 7,2% das estradas gaúchas (estaduais, federais e vicinais) são pavimentadas
 
Qual é o Estado com menor percentual de estradas pavimentadas em relação à sua malha total? Não é Roraima, que tem o menor PIB do país. Nem a paupérrima Alagoas, com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O campeão em carência de asfalto, acredite, é o Rio Grande do Sul, a quarta unidade mais rica da federação.
 
Apenas 7,2% das rodovias gaúchas — estaduais, federais e vicinais — são pavimentadas. Isso é bem menos do que a média brasileira, de quase 13 quilômetros asfaltados em cada cem, conforme dados consolidados de 2012 do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Ou seja, os gaúchos figuram na lanterna em um país que já está longe de ser um exemplo. Pelo contrário. O percentual nacional de 13% coloca o Brasil em último lugar em pavimentação entre as 20 maiores economias do mundo.
 
A agonia das estradas gaúchas é fruto de uma série de fatores encadeados. Alguns são locais, como as finanças combalidas do Palácio Piratini. A incapacidade de encontrar um modelo para o capital privado ajudar na criação da infraestrutura necessária à impulsão do desenvolvimento e à queda nos acidentes também é uma das razões da herança cruel legada aos gaúchos.
 
Além do baixo investimento público nas últimas três décadas, as rodovias sofrem com a burocracia para tocar obras, o aumento da frota e o excesso de peso transportado dos caminhões, um problema agravado pela falta de fiscalização e que desemboca na deterioração das estradas, realimentando o círculo vicioso que faz cair a qualidade das rodovias existentes. O percentual de estradas avaliadas como ótimas em pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), por exemplo, era de 28,6% em 2010 e, em 2012, caiu para apenas 11%. As péssimas subiram de 1,3% para 2,4%.
 
E má qualidade pode acarretar mortes. O número de óbitos nas estradas cresceu 2,3% em 2012, na comparação com 2011, chegando a 2.083 vítimas fatais, contra 2.037 no ano anterior. Outro efeito colateral de rodovias ruins é o congestionamento constante nas rodovias com boas pavimentação e sinalização, como o trecho da BR-116 entre Canoas e o Vale do Sinos.
 
Entre todos os males relacionados às estradas, pelo menos a falta de dinheiro parece ter ficado para trás. O problema, agora, é conseguir aplicar os recursos, vencendo obstáculos burocráticos, questões ambientais e antropológicas e suspeitas de irregularidades nas obras. Acostumado à escassez, o Estado conseguiu R$ 2,6 bilhões para investir na construção e recuperação de rodovias até 2014, verba oriunda de financiamentos do BNDES e do Banco Mundial, mais recursos repassados pelo governo federal e do próprio orçamento do Estado. Mesmo assim, a construção e a recuperação das estradas não deslancha.
 
Uma reforma que virou símbolo dos entraves
 
Em busca dos fatores que levam os gaúchos a transitar em rodovias de Terceiro Mundo, Zero Hora identificou uma região do Estado onde se concentram as principais falhas. Na Serra, a reforma de 196 quilômetros de quatro trechos estratégicos é a síntese dos problemas que atingem grande parte da malha viária gaúcha. A obra, uma promessa de anos, já patinou por falta de dinheiro, processos judiciais, falta de fiscalização e, para culminar, surgiram agora irregularidades no edital da restauração dessas estradas.
 
A Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra) chegou a anunciar um investimento de R$ 140 milhões para quatro trechos: a ERS-122 (entre Ipê e a localidade de Samuel, na BR-116), a ERS-324 (entre Nova Araçá e Nova Prata), a RSC-470 (entre Nova Prata e Bento Gonçalves) e a RSC-453 (Rota do Sol, entre Caxias do Sul e Lajeado Grande). As obras deveriam começar em 4 de janeiro. Mas o Daer revogou o edital do Contrato de Restauração e Manutenção (o Crema/Serra, que abrangia os quatro trechos), elaborado na própria autarquia. A justificativa: auditores do Tribunal de Contas do Estado alertaram para "deficiências capazes de gerar prejuízo significativo ao Estado", conforme parecer emitido nos últimos dias de 2012.
 
Os entraves reaparecem nos investimentos da União no Estado. Os projetos de duplicação das BRs 386 e 116, por exemplo, seguem estacionados em dois trechos devido à presença de comunidades indígenas que se instalaram na beira das rodovias e precisam ser realocadas com mais recursos públicos para que as obras, finalmente, acelerem.
 
Fonte Zero Hora

Postado por WM Internet as 17:55 e tem 0 comentarios

segunda-feira, 4 de março de 2013
As ruas da sua cidade são "caminháveis"?

Andar a pé é uma das melhores formas de conhecer as cidades. Seja para passear no final de semana ou para não depender do carro no seu cotidiano, caminhadas urbanas sempre mostram alguma novidade do lugar em que você mora há anos e nunca tinha reparado. Mas para saber se sua cidade acolhe bem os pedestres, algumas perguntas são inevitáveis: Há sinalização para quem anda a pé? O pedestre tem segurança? E conforto?
Apesar de muitas cidades orientarem seu planejamento em função dos veículos, existem diversas maneiras de avaliar as condições das ruas. E a que leva em conta o ponto de vista do pedestre é uma das mais importantes. Afinal, quanto mais gente na rua, mais humana e mais agradável é a cidade . Foi para identificar "todas as ruas do mundo" quanto à facilidade que oferecem aos pedestres que surgiu o projeto Walkonomics.
O trabalho é grande, mas também muito simples: pedestres de todo o mundo dão sua opinião sobre as condições das ruas de onde moram ou circulam (veja abaixo a lista de critérios). Para gerar a classificação final, as avaliações são cruzadas com dados públicos, como estatísticas de acidentes, trânsito viário e iluminação.
Por enquanto, o projeto mapeia as ruas do Reino Unido, de Nova York e de São Francisco. Mas enquanto novas cidades não entram para este cadastro global, você pode pensar nos critérios questionados pelo Walkonomics para examinar as ruas por onde passa.
Fonte - Superinteressante

Postado por WM Internet as 09:06 e tem 0 comentarios

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